O FUTURO DA HUMANIDE - REFLEXÕES






quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

0018 - “INSISTINDO COM OS ATEUS”


Já que vocês insistem nos mesmos argumentos vou insistir nos meus. O que eu quis dizer, e vou repetir para vocês e que, quando vocês olham para uma bela obra de arte feita por seres humanos vocês admitem a existência de dois elementos, instantaneamente: um sujeito e um adjetivo, isto é, o autor e sua genialidade.

Vou repetir a pergunta novamente, Por que quando vocês olham para a maior de todas as obras de artes, infinitamente mais complexa e bela, o UNIVERSO, admitem os adjetivos, mas não admitem o sujeito?

Vocês sabem que não existem adjetivos sem sujeito, sabem que os adjetivos expressam qualidades do sujeito. Como vocês conseguem enxergar adjetivos onde não existe sujeito?

Vou adiantar que não vale dizer que o sujeito é a aleatoriedade e o acaso porque estes dois elementos são apenas, exóticas e opcionais metodologias de trabalho do “CRIADOR” de tudo, inclusive de vocês mesmos.

Vocês podem me perguntar ainda: Como você pode provar as suas afirmações? Respondo: posso tornar a convicção sobre elas, evidente. Vocês dizem, como? Valendo-me de uma premissa simples que diz: “não existe efeito sem causa” exemplo: se você esta em uma reserva animal e vê ao chão as pegadas de grandes animais não vai pensar que elas foram causadas por terremotos, por ventos, por vulcões etc, vocês vão dizer que elas foram feitas por animais  certo? Repetindo o exemplo da pintura, vocês olham uma bela pintura e não pensam que ela é obra do acaso, vocês sabem que alguém a pintou. Vocês ouvem uma bela sinfonia e sabem que ela não foi composta por aleatórias tecladas de um leigo, mas, pelas mãos de um gênio da música.  

Assim quando olhamos o universo magnífico e esplendoroso, sabemos que alguém o fez. Não acho que existam mistérios nem necessidade de fé para se convencer da existência do seu criador ou criadores. Frente às evidências somos obrigados a acreditar!   

ANTONIO FERREIRA ROSAm brancoe olha uma bela pinturaerto?, por ventos por vulcoesas as obras de artes